13 novembro 2011

Livro secreto: Conta a luta armada no Brasil – Projeto Orvil

 Livro secreto: Conta a luta armada no Brasil – Projeto Orvil
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A Agência Amazônia obteve uma cópia de um livro sigiloso – batizado de Projeto Orvil (palavra Livro escrita ao contrário) – produzido pelas Forças Armadas sobre a luta armada no Brasil. São 953 páginas e 1,7 mil pessoas citadas.
Ao final desta página, o leitor poderá ler e baixar a íntegra do livro em formato pdf.
A obra – nunca publicada – contém relatos, documentos, fotografias e depoimentos que detalham o movimento de esquerda no País durante o regime militar (1964-1985). São histórias de assassinatos, assaltos e seqüestros, entre outras atrocidades praticadas durante esse período, e que são contadas em minúcias pelos serviços secretos brasileiros. Ministros do  governo Lula são citados no livro.
Escrito a pedido do general Leônidas Pires Gonçalves, ministro do Exército no governo Sarney, o livro foi engavetado em 1988. A idéia dos militares era usar o livro quando necessário. “Eu disse ao (José) Sarney: ‘Eu fiz esse livro. É uma arma que eu tenho na mão’.”, disse recentemente Leônidas ao Correio Braziliense.
Na entrevista, o general conta que, na condição de ministro do Exército, se reuniu com o presidente da República para discutir o que fazer com a versão oficial dos militares para a luta armada que o serviço secreto do Exército acabara de concluir. “Falei para o Sarney que não ia publicar o livro. Para que criar um problema que não existe?”, recorda Leônidas. “Esse livro”, concluiu o general na conversa com o presidente, “fica como um documento, que nós (militares) podemos ter a necessidade (de divulgar) no futuro.” De acordo com Leônidas, Sarney concordou e ambos deram o caso por encerrado.
Por se tratar de um documento histórico, a Agência Amazônia decidiu publicar o texto do Projeto Orvil na íntegra. E qual o sentido a divulgação? Para que as gerações atuais e futuras conheçam mais a fundo alguns ricos detalhes da história recente do Brasil.
Cronologia do projeto Orvil
1985 José Sarney toma posse na Presidência, pondo fim a 21 anos de ditadura militar. No mesmo ano, a Arquidiocese de São Paulo lança o livro Brasil: nunca mais, com relatos de tortura e assassinato de presos políticos ocorridos durante o regime militar.
1986 Para responder ao Brasil: nunca mais, o ministro Leônidas Pires (Exército) manda o serviço secreto da Força produzir um livro com a versão dos militares para a luta armada. Inicia-se assim o Projeto Orvil (a palavra livro ao contrário).
1988 O livro do Exército fica pronto e é batizado com o título As tentativas de tomada do poder. Leônidas (foto), contudo, volta atrás e decide não publicá-lo. O documento então passa a circular entre militares da reserva rebatizado de Livro negro do terrorismo no Brasil.
2000
Integrantes do grupo de extrema direita Terrorismo Nunca Mais (Ternuma), que reúne militares e civis, têm acesso ao livro e colocam na internet cerca de 40 páginas da obra. Não informam, porém, a origem dos textos.

baixe na íntegra o livro em formato .pdf clicando no link abaixo:


FONTE; POLICIAIS E BOMBEIROS DO BRASIL

12 novembro 2011

Uma Lição Para Todos Nós

O Porteiro do Puteiro

Não havia no povoado pior ofício do que 'porteiro do prostíbulo'.
Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem?
O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou ofício.
Um dia, entrou como gerente do puteiro um jovem cheio de ideias, criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento.
Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções.
Ao porteiro disse:
- A partir de hoje, o senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e seus comentários e reclamações sobre os serviços.
- Eu adoraria fazer isso, senhor. - Balbuciou - Mas eu não sei ler nem escrever!
- Ah! Quanto eu sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando aqui.
- Mas senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida inteira, não sei fazer outra coisa. - Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte.
Sem mais nem menos, deu meia volta e foi embora. O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse. Que fazer?
Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava, com cuidado e carinho.
Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego.
Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado.
Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas completa.
Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra.
E assim o fez.
No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta:
- Venho perguntar se você tem um martelo para me emprestar.
- Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar ... já que..
- Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo.
- Se é assim, está bom.
Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse:
- Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim?
- Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens mais próxima está a dois dias de viagem sobre a mula.
- Façamos um trato - disse o vizinho.
Eu pagarei os dias de ida e volta mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece?
Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias.... aceitou.
Voltou a montar na sua mula e viajou.
No seu regresso, outro vizinho o esperava na porta de sua casa.
- Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo.
Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem, mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras.
Que lhe parece?
O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi embora. E nosso amigo guardou as palavras que escutara: 'não disponho de tempo para viajar para fazer compras'.
Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas.
Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro trazendo mais ferramentas do que as que havia vendido.
De fato, poderia economizar algum tempo em viagens.
A notícia começou a se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar a viagem, faziam encomendas.
Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam seus clientes.
Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois, comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na primeira loja de ferragens do povoado.
Todos estavam contentes e compravam dele.
Já não viajava, os fabricantes lhe enviavam seus pedidos.
Ele era um bom cliente.
Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja de ferragens, a ter de gastar dias em viagens.
Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos.
E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc ...
E após foram os pregos e os parafusos...
Em poucos anos, nosso amigo se transformou, com seu trabalho, em um rico e próspero fabricante de ferramentas.
Um dia decidiu doar uma escola ao povoado.
Nela, além de ler e escrever, as crianças aprenderiam algum ofício.
No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade, o abraçou e lhe disse: - É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do livro de atas desta nova escola.
- A honra seria minha - disse o homem. Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou analfabeto.
- O Senhor?!?! - Disse o prefeito sem acreditar.
O senhor construiu um império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado. Eu pergunto:
- Então o que o senhor teria sido se soubesse ler e escrever?
- Isso eu posso responder. - Disse o homem com calma.
Se eu soubesse ler e escrever... ainda seria o
PORTEIRO DO PUTEIRO!!!


Geralmente as mudanças são vistas como adversidades.

As adversidades podem ser bênçãos.
As crises estão cheias de oportunidades.
Se alguém lhe bloquear a porta, não gaste energia com o confronto, procure as janelas.
Lembre-se da sabedoria da água:
'A água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna'.
Que a sua vida seja cheia de vitórias, não importa se são grandes ou pequenas, o importante é comemorar cada uma delas.
Quando você quiser saber o seu valor, procure pessoas capazes de entender seus medos e fracassos e,
acima de tudo, reconhecer suas virtudes.

Isso realmente é verídico, contado por um grande industrial .

11 novembro 2011

Fronteiras Desprotegidas

 Por: ADILSON DOMINGOS-BM/RF-MS
No Mato Grosso do Sul existe mais de 1.000 quilômetros (1000 km) de fronteira seca, fronteira esta que esta nas mãos de narcotraficantes brasileiros.
Corumbá, Bela Vista, Ponta Porã, Coronel Sapucaia, Paranhos, Sete Quedas, Mundo Novo, cidades de fronteira seca, são os principais ponto de saídas de Cocaína e maconha do território nacional, sendo assim os pontos o qual deveria haver  uma maior fiscalização do narcotráfico, porem não é o que se vê, grande parte do efetivo da Policia Federal, da fronteira tem sido desviado para outras funções e para outros destinos.
É sabido que a produção de drogas em Território Nacional é mínima, porem o consumo é enorme, sabemos de onde vem toda essa droga, mas o governo insiste em somente planejar e nada de agir.
Operações de tempos em tempos são realizadas em nossa fronteira Sul-mato-grossense onde as forças de segurança se unem para uma melhor atuação.
Pelos narcotraficantes esses períodos são considerados pelos mesmos como feriados do trafico, uma vez que as operações são anunciadas com antecedência, onde esses podem aproveitar e se divertirem com seus familiares nos paraísos fiscais Caribenhos.
As apreensões em nosso estado são enormes já se contabiliza em Mato Grosso do Sul em  bens  e dinheiro,  apreendido dos narcotraficantes mais de  R$ 1 bilhão quantia esta que esta a espera por definições da justiça para ter uma destinação.
É necessária uma verdadeira integração com o Governo e  Policias dos países de nossas fronteira, para que seja eficiente o combate, usar o serviço de inteligência e uma tecnologia apurada e direcionada apenas para o combate ao narcotráfico.
É necessário que os agentes o qual iram trabalhar no combate seja investigado tanto financeiramente como em sua integridade moral, pois é sabido que o dinheiro do trafico corrompe e nossos policiais tem um péssimo salario, ponto em que os narcotraficantes se apoiam.
Sabe-se que  quando a fiscalização é fortalecida, os traficantes, de grupos como o Comando Vermelho, 3º comando  e Primeiro Comando da Capital (PCC), que possuem braços na região da Bolívia e Paraguai.se lançam em voos de 20 minutos para  lançarem a droga dentro de propriedades rurais, em locais marcados pelo GPS, voltando antes da chegada da aeronáutica que demora em média 40 minutos, nesses voos os pilotos conseguem em 20 Min.  percorrer uma media de 150 km.
Sabemos  que os traficantes não tem um padrão de operação, mudam de acordo com a estratégia das autoridades de fiscalização. Quando é focado nos compartimentos com drogas em veículos (mocós), aumenta a incidência de drogas em táxis bolivianos, ônibus, de pessoas que engolem cápsulas de drogas.
É muito utilizado pelos narcotraficantes aviões clonados, esses  utilizam aviões bolivianos com numeração e prefixo brasileiros para driblarem a fiscalização nos aeroportos quando esses eterizam para reabastecer geralmente em aeroportos agrícolas.
Outra pratica que comumente vem sendo usada é o uso de ciclistas, esses por sua vez costumam viajar sempre a noite, período que a fiscalização diminui e que por ser um transporte silencio consegue avistar as barreiras surpresa que são montadas nas rodovias.
Esses ciclistas carregam em media 30 a 40 quilos de entorpecente, são geralmente jovens e percorrem uma media de 60KMS por noite, esses ciclistas conseguem  avistarem veículos em transito pela rodovia com muita antecedência e  se lançam na vegetação existente as margens das rodovias, muitas desta bicicletas já são preparadas apenas para o trafico, usam pneus  especiais e materiais resistentes a impactos, chegam a carregar malha de camuflagem que é colocada sobre a bicicleta simulando a vegetação local.
Sabe-se tudo o que é necessário para o combate ao narcotráfico, se nosso Pais se o Governo não o faz é porque não quer, dinheiro para investir tem, agentes exclusivos para o combate podemos formar, aprovação popular para combater o governo assim o tem.
Esse é um mau que se deve ser cortado pela raiz não em seu final ou no meio, é mera ilusão acreditar que apenas conscientizando dos malefícios das drogas esta será combatida, o narcotráfico hoje já esta infiltrado em todas as escalas do governo inclusive  e infelizmente no Congresso Nacional e no Planalto.
Se continuarmos a tapar o “sol com peneira” fingindo que estamos combatendo o narcotráfico em um futuro próximo seremos dominados pelo mesmo nos tornando uma nação sem lei.

ADILSON DOMINGOS-BM/RF-MS
É permitida a reprodução, na integra ou em parte da matéria desde que se de credito ao autor.

07 novembro 2011

Sindicato dos Jornalistas responsabiliza Band pela morte de cinegrafistas .

"O colete é uma maquiagem. Eles não oferecem segurança", diz a presidenta do sindicato

Cinegrafista da Band (de azul, atrás dos policiais) estava seguindo PM quando foi baleado O Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro responsabilizou a TV Bandeirantes pela morte do repórter cinematográfico Gelson Domingos, de 46 anos, ocorrida neste domingo (06). Ele foi atingido no peito por um tiro de fuzil durante a cobertura de uma operação da Polícia Militar contra o tráfico de drogas na Favela de Antares, em Santa Cruz, na zona oeste da capital fluminense.

Leia também: Cinegrafista da Band é baleado e morre em operação policial no Rio

Gelson Domingos, que também trabalhava na TV Brasil, usava um colete à prova de balas, mas o projétil ultrapassou a proteção. Para a presidenta do sindicato, Suzana Blass, a morte do cinegrafista foi uma tragédia anunciada, porque os coletes fornecidos pelas empresas de comunicação não resistem a tiros de fuzil. Ela disse que o sindicato pode recorrer à Justiça para obrigar a Bandeirantes a amparar a família de Domingos.
“Isso [o colete] é uma maquiagem. Os coletes não oferecem segurança para o profissional porque não protegem contra os tiros de fuzil, a arma mais usada pelos bandidos e também pela polícia no Rio. E as emissoras só dão o colete porque a convenção coletiva de trabalho estabeleceu que o equipamento é obrigatório em coberturas de risco".

A emissora informa que o colete utilizado nas coberturas, desde 2004, é o III-A. Segundo email enviado ao iG pela Band, o modelo é o de maior capacidade de proteção liberado pelas Forças Armadas para utilização por civis.
Suzana Blass disse que o sindicato propôs às empresas de comunicação a criação de uma comissão de segurança para acompanhar a cobertura jornalística em situações de risco, mas que a proposta não foi aceita. “Sabemos que as condições oferecidas são precárias, mas as empresas alegam que a comissão seria uma ingerência no trabalho delas e que iriam sugerir um outro formato, mas até agora nada ofereceram".
“Também já pedimos que as empresas de comunicação façam um seguro diferenciado para as coberturas de risco, mas elas responderam que já protegem seus funcionários e classificaram a proposta do sindicato como uma interferência em seu trabalho”, acrescentou Suzana.

As informações são contestadas pela Band, que afirma que repórteres e cinegrafistas foram treinados por soldados do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) sobre posicionamento em áreas de risco. Além disso, a emissora acrescenta que todos que trabalham com reportagem de rua têm um seguro diferenciado contratado pela empresa.
Outro problema indicado pelo sindicato é que muitas empresas contratam operadores de câmera externa para exercer a função de repórter cinematográfico, porque os salários são menores, o que acarreta em prejuízos no resultado do trabalho.
Para Suzana Blass, além da falta de condições de trabalho, o profissional de comunicação convive diariamente com uma questão cultural, pois está sempre em busca da melhor imagem. “Com isso, ele acaba aceitando o trabalho sem pensar no risco que vai correr, sem pensar na necessidade de se prevenir contra os acidentes e também para não ficar com fama de "marrento" caso se recuse a cumprir a pauta".
Pela TV Brasil, o cinegrafista Gelson Domingos e o repórter Paulo Garritano ganharam, no ano passado, menção honrosa na 32ª edição do Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, na categoria TV Documentário, com a série sobre pistolagem no Nordeste, exibida no programa Caminhos da Reportagem.

06 novembro 2011

Por telefone, Bombeiro ajuda mãe a salvar criança que se afogou em MS


O soldado Wagner Alexandre Gomes Lindemayer, do Corpo de Bombeiros, orientou por telefone a mãe de um menino de um ano e sete meses de idade que havia se afogado em uma piscina

 O caso aconteceu na tarde de sexta-feira (4) em Três Lagoas, a 338 quilômetros de Campo Grande.
Segundo o soldado, a mãe telefonou para a central de emergência dizendo que seu filho estava desacordado. “Primeiro, falei para ela colocá-lo de cabeça para baixo, para que o líquido escorresse, mas não adiantou. Então disse para ela fazer uma respiração artificial. Logo em seguida, escutei pelo telefone o choro da criança”, relata.
Apesar de ter recebido treinamento para esse tipo de situação, Lindemayer diz que ficou um pouco nervoso. “É uma vida que está em jogo. A alegria é sem comparação quando conseguimos salvar a pessoa”, disse. Enquanto orientava a mãe, o bombeiro havia encaminhado uma viatura ao local do afogamento. Os socorristas chegaram minutos depois e levaram a vítima a um hospital.
A mãe da criança, Natália Alves de Lima, de 23 anos, conta que não percebeu quando o filho caiu na água. Ela explica que a piscina fica em uma área isolada do local onde estavam, mas a grade de segurança estava aberta. Foram momentos de angústia, segundo Natália.
“A gente vê nosso filho quase morto nos braços, não é nada fácil. Lembrei de uma reportagem onde uma mãe pediu socorro pelo telefone e salvou seu filho que tinha engasgado, e pensei que se eu entrasse em pânico, não ia ajudar”, afirmou.
De acordo com a mãe, a criança ficou internada e teve alta na manhã deste sábado (5). “Graças a Deus não teve nenhuma sequela. Ele está bem, brincando, comendo normalmente”, disse.