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18 dezembro 2011

UMA BELA HISTÓRIA REAL - O BOMBEIRO

                                                                   O Bombeiro

A mãe parou ao lado do leito de seu filhinho de 6 anos,que estava doente de  leucemia.
Como qualquer outra mãe,  ela gostaria que ele crescesse  realizasse seus  sonhos.

Agora, isso não seria mais  possível, por causa de uma   leucemia terminal.
Junto dele  tomou-lhe a mão e perguntou:
 - Filho, você alguma vez já pensou o que gostaria de   ser quando  crescesse?

- Mamãe, eu sempre quis  ser um bombeiro! A mãe sorriu e  disse:
- Vamos ver o que podemos  fazer.
 Mais tarde, naquele mesmo  dia, ela foi ao Corpo de   Bombeiros local e contou
ao Chefe  dos Bombeiros a situação de seu  filho e perguntou se seria possível
o garoto dar uma volta no carro dos Bombeiros, em torno do quarteirão.

O Chefe dos bombeiros, comovido, disse:
- NÓS PODEMOS FAZER  MAIS QUE ISSO !
- Se você estiver com o  seu filho pronto às sete horas da manhã, daqui a uma semana,
nós faremos  um Bombeiro honorário, por todo o  dia.
Ele poderá ir para o quartel, comer conosco e sair para atender às chamada incêndio.

E se você nos deras medidas dele, nós conseguiremos um  uniforme completo:
chapéu com o emblema do batalhão, casaco igual ao que vestimos botas  também.
Uma semana depois, o bombeiro-chefe pegou o garoto, vestiu-lhe o uniforme de Bombeiro
e o escoltou do leito do hospital até caminhão de Bombeiros.

O menino ficou sentado na parte de  trás do caminhão, e foi até o quartel central.
Parecia-lhe estar no céu... Ocorreram três chamadas  naquele dia na cidade e o garoto
acompanhou todos as três. Em cada chamada, ele foi em veículos diferentes: no tanque,
na van dos paramédicos e até no carro especial  do chefe dos Bombeiros.

Todo o amor e atenção que foram dispensados ao menino acabaram comovendo-o tão
profundamente, que ele viveu três meses a mais que o  previsto.

Uma noite, todas as suas  funções vitais começaram a cair dramaticamente e a mãe decidiu  chamar ao hospital, toda   família.
 Então, ela lembrou a emoção que o garoto tinha passado como um Bombeiro, e pediu
à enfermeira que ligasse para chefe  da corporação, e perguntou se seria  possível enviar
um Bombeiro para o hospital, naquele momento trágico, para ficar com o menino.

O chefe dos bombeiros respondeu:
- NÓS PODEMOS FAZER MAIS QUE ISSO!
Nós estaremos aí em cinco minutos.
Mas faça-me um favor.
Quando você ouvir as sirenes e vir as luzes de nossos carros,avise no sistema de som
que não se trata de um incêndio apenas o corpo de Bombeiros vindo visitar mais uma
vez,um de seus  mais distintos  integrantes.

- E também poderia abrir a janela do quarto dele?
- Cinco minutos depois, uma  van e um caminhão com escada chegaram no hospital.
Estenderam a escada até andar onde  garoto estava, e 16 bombeiros subiram.

Com a permissão da mãe,  eles o abraçaram,seguraram, e disseram que o amavam.
Com voz fraquinha, o menino olhou para o chefe e perguntou:
- Chefe, eu sou mesmo um  bombeiro?
- Sim, você é um dos melhores - disse ele.
Com estas  palavras, o menino sorriu e fechou seus olhos para sempre.

E você, diante do pedido de seus pais, irmãos, filhos parentes e amigos, o que vem fazendo? Comprometa-se e diga sempre:
EU POSSO FAZER MAIS QUE ISSO.
Esta mensagem não deve ficar  arquivada!
Absorva-a e depois encaminhe para os seus amigos!
Se é para arquivar, que seja no coração de Cada um de NÓS!

"A maior perda da vida é o que morre dentro de nós enquanto vivemos"

Deus te  abençoe!!!

BELISSIMO INICIO DE SEMANA

12 novembro 2011

Uma Lição Para Todos Nós

O Porteiro do Puteiro

Não havia no povoado pior ofício do que 'porteiro do prostíbulo'.
Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem?
O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou ofício.
Um dia, entrou como gerente do puteiro um jovem cheio de ideias, criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento.
Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções.
Ao porteiro disse:
- A partir de hoje, o senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e seus comentários e reclamações sobre os serviços.
- Eu adoraria fazer isso, senhor. - Balbuciou - Mas eu não sei ler nem escrever!
- Ah! Quanto eu sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando aqui.
- Mas senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida inteira, não sei fazer outra coisa. - Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte.
Sem mais nem menos, deu meia volta e foi embora. O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse. Que fazer?
Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava, com cuidado e carinho.
Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego.
Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado.
Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas completa.
Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra.
E assim o fez.
No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta:
- Venho perguntar se você tem um martelo para me emprestar.
- Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar ... já que..
- Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo.
- Se é assim, está bom.
Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse:
- Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim?
- Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens mais próxima está a dois dias de viagem sobre a mula.
- Façamos um trato - disse o vizinho.
Eu pagarei os dias de ida e volta mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece?
Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias.... aceitou.
Voltou a montar na sua mula e viajou.
No seu regresso, outro vizinho o esperava na porta de sua casa.
- Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo.
Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem, mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras.
Que lhe parece?
O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi embora. E nosso amigo guardou as palavras que escutara: 'não disponho de tempo para viajar para fazer compras'.
Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas.
Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro trazendo mais ferramentas do que as que havia vendido.
De fato, poderia economizar algum tempo em viagens.
A notícia começou a se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar a viagem, faziam encomendas.
Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam seus clientes.
Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois, comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na primeira loja de ferragens do povoado.
Todos estavam contentes e compravam dele.
Já não viajava, os fabricantes lhe enviavam seus pedidos.
Ele era um bom cliente.
Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja de ferragens, a ter de gastar dias em viagens.
Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos.
E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc ...
E após foram os pregos e os parafusos...
Em poucos anos, nosso amigo se transformou, com seu trabalho, em um rico e próspero fabricante de ferramentas.
Um dia decidiu doar uma escola ao povoado.
Nela, além de ler e escrever, as crianças aprenderiam algum ofício.
No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade, o abraçou e lhe disse: - É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do livro de atas desta nova escola.
- A honra seria minha - disse o homem. Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou analfabeto.
- O Senhor?!?! - Disse o prefeito sem acreditar.
O senhor construiu um império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado. Eu pergunto:
- Então o que o senhor teria sido se soubesse ler e escrever?
- Isso eu posso responder. - Disse o homem com calma.
Se eu soubesse ler e escrever... ainda seria o
PORTEIRO DO PUTEIRO!!!


Geralmente as mudanças são vistas como adversidades.

As adversidades podem ser bênçãos.
As crises estão cheias de oportunidades.
Se alguém lhe bloquear a porta, não gaste energia com o confronto, procure as janelas.
Lembre-se da sabedoria da água:
'A água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna'.
Que a sua vida seja cheia de vitórias, não importa se são grandes ou pequenas, o importante é comemorar cada uma delas.
Quando você quiser saber o seu valor, procure pessoas capazes de entender seus medos e fracassos e,
acima de tudo, reconhecer suas virtudes.

Isso realmente é verídico, contado por um grande industrial .